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Florianópolis, 27 de Novembro de 2008

REMINISCÊNCIAS
Por: Vera Albers

Talvez a solução seja escrever bem sobre o que restou.Não que ele tenha me esnobadoOu traído, Ou exacerbadoApenas, celermente substituídoOu diríamos, descartado?Mas nunca senti paixão por elePortanto, não doeuComo a representação onírica faz crer.Mas o que é mais singularEle, no sonho, era uma mulher.Grandes as pernasGlorioso o porteAo vento os cabelosSorriso indefinido Olhos que admitiam e Demitiam O loiro a meu ladoSimQue estava apaixonado.Roía-se por dentroComo só os homens:As mulheres consomem-se. Mas eu não:Era a angústia do que poderia ter sido.

 

 

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