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Por:Sérgio Medeiros
 
     
 

 

   

Florianópolis, 08 de Junho de 2008

METEOROS MECÂNICOS 
Por: Sérgio Medeiros

                     M E T E O R O S    M E C Â N I C O S


                                          Poemas


                                         Seguido de

                        T O T E M & S A C R I F Í C I O

                       

                                 (Poemas ou prosas)

                           


                               Autor: Sérgio Medeiros

                                             


                M  E  T  E  O  R  O  S    M  E  C    N  I  C  O  S
                                       (2006-2008)


                                                                        
 
 
 
 
 
 


                                  Para o meu filho

                                            
 
 
 
 
 
 


                                       
 
 
 
 
 


                                     

           In the sum of the parts, there are only the parts

                                Wallace Stevens

                                 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


ÍNDICE


METEOROS MECÂNICOS

Prefácio, 5

Sob(re) meteoros mecânicos, 6

O estio, 22

Um bestiário indígena, 23

A agonia de Machado de Assis, 31

A casa da cicuta e do pavão, 44

Cemitérios femininos, 49

O jardineiro do hotel colhe múmias, estátuas e souvenirs, 52

O esqueleto de Diego Rivera / de Oswald de Andrade, 68

Platão ou o diálogo póstumo de Sócrates, 72

O inumano (Epílogo), 73

Nota, 82

TOTEM & SACRIFÍCIO, 83
 
 
 
 
 
 
 


PREFÁCIO


Quando acabou (sic) o verão (mas não o calor), estávamos à noite no terraço de um hotel silencioso, diante da baía norte; éramos três

Como comprida assombração, caiu um meteoro atrás dos pinheiros do jardim

(...)

Descrevo a seguir o que vi então e depois, na ilha em que passamos o verão prolongado

                                *  *  *

Não estávamos sós: cruzamos nitidamente com animais e crianças


Florianópolis, 2006-2008
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


SOB(RE) METEOROS MECÂNICOS
 


(UM, DOIS)
 


-- a luz quebra-se:

o pó plana sobre

o Continente;

mas, nas ilhas,

caem pedaços

grandes e claros

            (...)

há luzes piscando

no alto das antenas

e escorrendo por elas,

como gotas de chuva

            (...)

na água salgada reflexos

jorram como sementes

ensandecidas -- o fruto é cortado

ao meio

            (...)

a onda se achega mansa

aos jogadores recostados, como grande

bandeira no chão

            (...)

um plástico sujo

            recobre o monte de areia

como carapaça

            dura;

as patas, tijolos

            imóveis, puxam

para baixo

            as pontas negras

            (...)

junto ao charco, cadeiras

brancas de plástico, viradas

para cima, brilhando atrás

do capinzal, como costelas

de paquiderme (seus ossos

ainda cobertos de pêlos longos)

            (...)

na parede, sobre a porta,

num nicho recente, pas-

sam canos e fios finos,

pernas empoeiradas, fechadas,

e entranhas emaranhadas,

furta-cores, fora da roupa

rota 
 


(TRÊS, QUATRO)
 


-- nuvens de pó

            se enleiam no operário,

que balança a cabeça

            e, uma vez,

semicerrando os olhos,

            volta-se para cima,

as mãos caídas

            (***)

dois aviões se vão

            afastados, atrás um

do outro,

            sobre a enseada,

e a embarcação,

            que parecia una,

se divide,

            a escuna e o barco

seguem separados

            para os montes

            (***)

a baía, quadro negro

deitado no chão, o giz

úmido se esfacela sem prolongar

o traço
 


(CINCO, SEIS)
 


-- a árvore leve é como feita

de latas abertas, secas -- suas

folhas iguais, fundos redon-

dos limpos, sem restos de

conserva, caldas, graxas

            (...)

folhas gelatinosas

imensas, ainda unidas,

o salpicado teto transparente

da casa; vem para a rua depois

o grande toldo branco, carregado aberto, sujo,

como a lâmina de uma faca sem cabo

            (...)

a geléia consistente

            de areia branca,

ao abrir-se a carroceria,

            é lançada

logo fora,

            esfarela-se,

como um bolo seco

            (...)

a abóbora de plástico,

            na grama rala,

tem um fio

            de cabelo

penteado,

            alça negra levantada

            (...)

a mulher obesa

            leva uma cadeira

branca no braço / ou

            traz

apenas o esqueleto nu

            de sua enorme bolsa

            (...)

uma bóia lilás

            na areia branca,

límpida

            (...)

a menina arrasta

na areia

um saco sujo, sortido

de latinhas

            (...)

a sombra queimada

é leve na grama verde

e redonda como um prato, e fica às moscas,

à tarde

            (...)

raspa-se a areia,

            fina,

espalhada nas lajotas

            molhadas

(há uma Via Láctea em cada uma, gravada),

e enche-se com essa areia

            um prato negro,

e vacila-se,

            momentaneamente,

sem saber

            aonde levá-lo
 


(SETE, OITO)
 


-- uma escova branca

de dentes,

            pequena

múmia

            de cabelos azuis eriçados,

imersa na piscina

            (***)

sobe da água a lagarta

de gomos coloridos, içada

por um barco; paira (...)

(...) (...) (...)

inchada, cérebro

sobre a enseada; o turista

pendurado, gosma

            (***)

caída nas lajotas,

            atrás do carro imóvel,

uma palma cor 

            de melado, como dois

fêmures de múmia

            unidos e longa

espinha que apenas

            se adivinha entre as rodas
 


(NOVE, DEZ)
 


-- grande vidro empoeirado,

            inteiro no chão:

num canto,

            pano embolado,

um monte

            (...)

na vidraça, manchas secas

e esbranquiçadas, entrelaçadas,

uma esponja

que se esfrega na

cidade (árvores escuras, cortinas de fumaça)

            (...)

numa névoa de demolição,

um guarda-sol verde-abacate

diante da água que nuvens

obscurecem, lavando-se

apáticas

            (...)

a pá atira para baixo

punhados de pedras

(sobre as abas caídas da carroceria),

cubos pesados,

amontoados,

ao redor um

vapor espesso

            (...)

na areia fina,

            uma coluna lança

sua sombra

            sobre linhas esticadas,

o martelo aperta

            pedras de três cores

que lentas se vão juntando,

            como se boiassem

em água parada

            (...)

a água estremece, os re-

flexos do teto, verticais,

são espátulas longas;

linhas movem-se deitadas como

se quisessem (necessitassem)

se estirar mais no fundo da

água; e nada, absoluta-

mente, flutua na superfície

indócil e translúcida;

atrás da vidraça suja,

no entanto, “olhando-se de

fora”, fiapos saltam

em câmera lenta

e ...

            


(EPÍLOGO)
 


-- a máquina enrola a lín-

gua de múltiplas cores

dentro da sua boca tur-

bulenta; um vulto, com

panos no ombro, cru-

za na sua frente, como se

os panos, tocando o seu rosto,

fossem uma língua de réptil

puxando-o para a

penumbra da peça; na

janela do andar de cima

a gaiola de um pássaro,

até o meio num pano

listrado [miniatura de

carruagem virada

num cânion], gira no

ar; um varal brilha,

atrás da gaiola sem pás-

saro, como um trapé-

zio; nos outros andares,

vidros fechados, como por-

tas de um armário

            (...)

ao acender-se um

holofote, a cortina escura,

agora azul-clara,

é lisa como papel;

nenhum obstáculo à vista,

porém o pássaro insone

pára, corre, pára no para-

peito da janela; ouve-

se então a cortina

se rasgar, tro-

vão desengonçado; o pás-

saro voa para o alto

da palmeira

            (...)

à meia-noite nublada,

jorra do helicóptero

baixo uma luz que é

um guindaste erguendo

e passando adiante

sua sombra ensurdecedora;

vacilando como uma chama

ao relento, um reflexo passeia

dentro de um barco

quieto na água escu-

ra

            (...)

na tela [da janela] contra

insetos, a palma

úmida passa sua som-

bra tão lenta quanto a

chuva; enquanto o

portão escorre para o la-

do, diante de possantes

faróis acesos que

lançam da rua areia na umi-

dade

            (...)

as sombras se deitam

felinas nas cadeiras de

descanso; um ou outro espaldar

branco se destaca como lâmina

de guilhotina

            (...)

numa grande caixa

de plástico, doces recheados,

empilhados como conchas,

e cobertos de açúcares como areia,

que dois chefs, vestidos a

caráter, “perdidos” , transportam

sob a lua pela praia

            (...)

um garoto magro leva, numa

vasilha de lata, um

pólipo caramelado, de grossos

tentáculos duros

            (...)

crianças esquecem seu

tubarão de plástico, rosado

e calmo, sob a lua

nublada, informe

            (...)

e uma grande bola lilás,

de plástico, com tetas ou pés

de banco, fica imóvel na grama

            (...)

            [9 ou 10 horas depois]

com os braços cobertos

de pó branco, a cabeça enrolada

na camiseta e a calça

suja de tinta, sentado

à beira da piscina encapada

com lona azul, o estrangeiro

fala com forte sotaque ao

celular, os olhos negros

            (...)

um carro de mão, deitado

e vazio, é umedecido pelo jorro

de longa mangueira azul,

enquanto nele se bate

para desamassar os lados

            (...)

em pé numa escada de alumínio,

impecavelmente limpa, o jardinei-

ro trata do tronco da palmeira,

lançando ferrugem no chão

            (...)      

diante do navio silencioso,

o pescador, numa canoa, bate

com o remo na água,

o estardalhaço

da manhã

            (...)

uma serena árvore -- com

pedras suspensas nos galhos --

dá montículos redondos (...)

            (...)

pilha torta de chapéus,

o mais claro por cima, no espaldar

de uma poltrona ao sol -- como se

um ser empoeirado cochilasse

            (...)

um teddy-bear sorridente,

oculto atrás de uma flor vermelha

que, no seu peito, é escudo imenso,

curvo e imponente, mas já

amolecem as pétalas

            (...)

sobre as raízes de plástico,

uma mangueira roxa, enrolada

no gramado -- e os galhos baixos,

pisoteados, ainda verdes
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


O ESTIO
 


-- um bonsai se-

co como peteca

carbonizada na mão

do menino
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


UM BESTIÁRIO INDÍGENA
 


(UM, DOIS)
 


-- uma folha de bananeira,

dois dedos sempre

unidos, grossos, movem-

se lentos num tipo de

rito

            (***)

um sapo macaco,

            num galho

            (***)

a sombra dos galhos balança

no container cheio e sai para fora,

como líquido negro, escorrido

            (***)

a luz da janela se apóia

na folha alta e longa,

a qual vacila, visi-

velmente

            (***)

a onça de papo claro,

            orelhas limpas, olhar

            oriental,

chupa as narinas,

excessivamente, na cama,

            achatando

o rosto,

enquanto pousa

o rabo atrás

            (***)

tela fina e malha de nylon,

no escuro, e a lâmpada amarela pende

como mamão maduro

entre folhas ásperas

            (***)

a taturana vasta

se sustenta mal

numa parede;

a trepadeira verde-

escura desabrocha

mais, quebrada

            (***)

a cobra grande

            aspira a paisagem

pintada,           

            sobe ávida              

e solta-se,

            cai nos

pedregulhos            

           (***)

na água exausta,

            um boi em pé

olha para a praia,

            parado

            (***)

como escamas luminosas,

            as gaivotas rodam no ar claro,

cercando o peixe opaco

            (***)

o esqueleto

            pré-histórico

projeta sombras finas,

            embaralhadas,

um grande

            carteado

           (***)

o rabo do esqueleto

            (...)

passa

            na parede

a sombra nítida:

            samambaia, feto 
 


(TRÊS, QUATRO)
 


-- “bordados” amarelos [ou babados?]

            numa “cortina transparente”,

as borboletas esvoaçam [(praga, não prega)]

            no jardim, indo

e vindo, sistematicamente [“...”?]

            (...)

duas mangas

            verdes, a grande

sobre a pequena, pendem

do galho fecha-

            do, como etiqueta

para fora

            (...)

como um trapo que se amarra

no asfalto // as extremidades

secas e trêmulas //

            duas borboletas

copulam entre os carros,

laços e nós [?]

            (...)

as libélulas grudam

            no ar,

com pouco esforço

            se desgrudam

            (...)

sobre o beco,

            no alto, passa

de um quintal

            para o outro

um galho fino,

            com folhas

para baixo,

centopéia

             lépida

            (...)

na grama úmida

            sob o aguaceiro,

uma seqüência

            de cogumelos brancos,

se vão inflando

            como balões

            (...)

e num monte de folhas

            uma borboleta

pálida (faz sol), o seu fogo

definha até apagar [nenhum sopro]

            (...)

de um turbante cáqui

            bem trançado no chão

sobe o coqueiro com

            seus fios imensos, vivos
 


(CINCO, SEIS)
 


-- como “pó que escorre”

e “se remexe” no chão,

sem “se elevar”, as for-

migas pululam diminutas

no formigueiro “pisoteado”

            (***)

duas aranhas se “acariciam”

            no chão, duras

como duas “bromélias”;

            ou duas “bromélias”

“lutam”, encarando-se

            paradas como “aranhas”
 
 


(SETE, OITO)
 


-- “atrás” da palmeira

roda vagarosamente

um transatlântico,

então ele se “solta”

desse longo “eixo” natural

            (...)

  /

  /

  /

  /

  /

  /

            (...)

pedras “e pão preto”

“picado” em cubos se

amontoam num “cesto”

no chão, onde cochilam bichos
 
 


(NOVE, DEZ)
 


-- a borboleta pára fechada no telhado

como uma bota -- de repente

salta

             (***)

ela dá um nó

no ar e não aperta,

a sua sombra escapa

do poste
 
 
 
 
 


A AGONIA DE MACHADO DE ASSIS
 
 
 
 
 


       Eu deixava-me estar ao canto da mesa, a escrever desvairadamente num pedaço de papel, com uma ponta de lápis; traçava uma palavra, uma frase, um verso, um nariz, um triângulo, e repetia-o muitas vezes, sem ordem, ao acaso, assim: (...)

                          Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas                                  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


CAPÍTULO 1
 


(...) planta, e pedra, e lodo, e coisa nenhuma.


As lâmpadas atrás do barulho das folhas são três como embrulhadas em celofane ouro a luz do poste amassada com violência entre vãos imóveis cheios de garras.
 
 


CAPÍTULO 2
 


(...) sublime (...)


Por trás do contínuo rumor das folhas borradas um calmo céu nublado com estrelas raras que saltam cobertas de graxa.
 
 


CAPÍTULO 4
 


(...) mais do que passatempo (...)


Jovial o movimento sobre o fundo indistinto salvo que uma janela alta agora acesa atrai galhos esqueléticos que se curvam interesseiros das árvores em frente.
 
 


CAPÍTULO 3
 


(...) acabemos de uma vez (...)


A trepadeira sob a janela se ilumina e endurece como barro na copa das árvores.
 
 


CAPÍTULO 26
 


(...) aludiu ao (...)  motivo da (...) reclusão (...)


Pios redondos vêm na aragem fria de muito além das folhas imóveis afastam-se então veículos que rolam em área alagada.
 
 


CAPÍTULO 14
 


(...) rijo, veloz, como o (...)


As luzes se abaixam bem enfiadas na folhagem de uma só cor escura imenso ninho de volta esfiapada.
 
 


CAPÍTULO 15
 


(...) cego (...)


Pequena luz branca o único estilhaço.
 
 


CAPÍTULO 16
 


Não morri (...)


Luz alta contínua atrás dos galhos finos fios às vezes moles como linhas enlaçadas.
 
 


CAPÍTULO 38
 


(...) consulto o relógio e cai-me o vidro (...)


No meio do mato duas luzes alaranjadas uma sobre a outra como narinas numa cabeça deitada de lado.
 
 


CAPÍTULO 65
 


(...) e deixava-se estar.


Atrás da folhagem espessa na entrada do edifício a luz branca que lhe pertence e outra amarela solta mais alta também leve num prato de balança.
 
 


CAPÍTULO 95
 


(...) esboroou-se todo o edifício (...)


A luz se joga para trás no vento como poeira nos arbustos quase não ilumina mais.
 
 


CAPÍTULO 19
 


(...) doido (...)

(... ) – (...), -- (...)

(...) um (...)
 


O mato um só tronco gigante parado.
 
 


CAPÍTULO 20
 


(...) quebrou (...) o ovo (...)


Caía uma chuva seca plena quando só as folhas pequenas se moviam ocultas atrás das folhas longas sem balanço.
 
 


CAPÍTULO 9
 


(...) nasci.


A parede reta reflete a luminosidade vaga que os galhos extinguem se batem barbaramente.
 
 


CAPÍTULO 8
 


La maison est à moi, c´est à vous d´en sortir.


Largas folhas rasgadas intranqüilas flutuando num redemoinho que se deteve.
 
 


CAPÍTULO 7
 


(...)  deu ao corpo a mais completa imobilidade (...)

(...) restituído (...)

(...) a sensação (...) aumentava (...)

(...) as plantas torceram-se (...)


Incha a lâmpada entre os galhos como se criasse pêlos e se expandisse agarrada às árvores sem iluminá-las fixa-se nelas firmemente.
 
 


CAPÍTULO 27
 


(...) últimos dias (...)


Os galhos empurram duas lâmpadas para o escuro elas retornam e mantêm a mesma distância uma da outra.
 
 


CAPÍTULO 51


(...) balsâmico (...)


A luz muito baixa corre para trás apaga ressurge parada um pouco à frente corre mais.
 
 


CAPÍTULO 102
 


Repito (...)


A folhagem não é densa se afasta ela também dá lugar a (...) gesto rápido sem conseqüências.
 
 


(…)  – (…)  --
(…) --
(…) -- by degrees --
And then -- (…) --
               Emily Dickinson
 


(…), mais moi-même, avec un corps fluide et (…).

               Henri Michaux
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


CAPÍTULO ?
 


A luz do sol se amassa no vasto plástico preto que encobre o chão.
 
 


CAPÍTULO ?
 


Sacos transparentes cheios de areia enrugados como pedaços de rosto apertados uns contra os outros no chão.
 
 


CAPÍTULO ?
 


Sombras de galhos se empilham sobre a mancha de sol como enorme caixa aberta no chão.
 
 


CAPÍTULO 103


(...) tinha ido embora.
 
 


CAPÍTULO 103
 


(...) e baixei os olhos ao chão.
 
 


CAPÍTULO 103
 


(...)  uma mosca arrastava uma (...)
 
 


CAPÍTULOS 103/160

(...) formiga!
 

(...) mistério (...)

 

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